sábado, 18 de abril de 2009




















•É quando me forço a inventar palavras,para dizer o que sou,que deixou de ser o que de fato devo ser. Logo,prefiro ser,do que perder tempo em dizer

contos de fadas


Uma vez eu li uma carta que me fora dada ..e hoje a achei ..e reli ..sorri bastante ...foi bom ler essa carta ele dizia assim :Meu “príncipe encantado” não vai chegar de cavalo; nem vai usar coroa e morar em um castelo. Ela vai ser ...comum.
Assim como eu.
Vai ter sonhos,fazer planos,batalhar e reconhecer que conquistar algo com nosso próprio esforço,nosso sofrido suor,é muito mais gratificante do que receber tudo de mão beijada.
Ele vai ser o que se espera que um HOMEM seja.Assim como eu espero ser o que ele deseja.
Deitados sobre uma manta velha,de mãos dadas,á observar o extenso manto das estrelas,ele vai sussurrar o poema que me acompanha desde a 1ª serie.Vai brincar com as pontas do meus cabelo,roçar o nariz no meu,me proteger entre seus braços.
Vamos ter discussões tolas,porque ambos vamos ser teimoso;e eu vou querer sair em dias de chuva,para lavar a alma,me sentir renovada,e ele vai querer evitar o “pós”: a gripe,o peso da roupa encharcada no corpo...
Enquanto ele assistir futebol,eu vou cantarolar nossa canção e;enquanto eu estiver lendo um bom livro,ele vai sussurrar falas dos meus filmes preferido,nos meus ouvidos,e fazer com que eu me desconcentre.
A madrasta,o dragão,o espelho e os anões...nada disso vai importar se dentro dos olhos dele estiver a verdade: que ele me ama,que é de verdade; e se dentro do meu coração estiver a sinceridade: que é ele,e que tudo mais é passado,só o que importa é o futuro ,e nele,eu e ele,somos perfeitos um para o outro; ou seja,eu também o amo.Obrigado wallace por existir e ser tudo isso " Ao acabar de ler ...eu sorri olhando para o nada ...eu me senti apenas feliz ...por ter sido um principe encantado da vida de alguém...mesmo que eu tenha sido apenas uma nuvem passageira ..uma incessante duvida da vida ...o engraçado que essa carta tem mais de 15 anos ..e hoje jogando coisas fora a achei ...bem ...interessante

Natureza humana


Um conto que eu li hoje me fez o postar aqui :"Lá fora chovia demasiado, a brisa adentrava pela janela. O analgésico frescor de primavera tomava conta, das humildes paredes salmão, cuja se negavam a refletir os trovões que aquela tempestade grotesca gritava. Esse sim pudera ser o cenário perfeito para o que estava prestes a acontecer.

O nervosismo me causava náuseas, que escorriam pela minha garganta, eu podia relacionar com algum ácido que acelerava uniformemente as batidas do meu coração, tudo era tão confuso. Aquilo era de fato inédito. Mas era válido a encarar o que eu deserdaria, eu nem mesmo era inocente. Eu me despedia da tal virgindade.

Mas essa primeira vez fugia discretamente do padrão. Nenhum amor isolado, apenas um amor, e sexo, amor e sexo. O que importaria o padrão, a felicidade se fazia presente entre o calor insolúvel que cada vez aumentava mais e mais.

O soneto da chuva acariciando o telhado causava ainda mais um clima amplo de emoção no ar, os flautins inubriviavam o êxtase.
Lá estávamos nós, parti-me então para o amor, em todas as direções. Eu o beijava, debruçado nos lençóis com cheiro de erva doce de algodão, a baixa claridade que invadia a cena pela vasculante o fazia ultrapassar a perfeição, aqueles olhos cor de mel me encaravam com o desejo estampado, eu só queria o prazer. Seus cabelos loiros e macios reluziam, tudo era tão ofuscante a mim, coisas da minha cabeça.

Nossas pernas se entrelaçavam em um breve e sublime recalque de paixão, seus lábios macios me esfoqueteava, suas mãos me confortavam firme, estávamos nus, puras ereções. Ambas as respirações estavam ofegantes querendo mais e mais, quando por fim, tudo entrava em ação. Eu sentia a penetração rígida adentrar em mim, a sensação era do meu corpo transgredindo e rasgando ao mesmo tempo, até que o nervosismo ia passando, quando o prazer agudo se unia ao mais puro desejo de amar intensamente. Combinado com os beijos doces e molhados.

Do modo com que a freqüência aumentava e os gemidos ecoavam pelo quarto, a chuva já apascentava, em uma fração de segundos dois orgasmos resplandeceram ao espetáculo da paixão. Adormecemos, a satisfação trouxe uma paz interior, o amor exaustivo apenas irradiava pela aquela noite submersa em confissões patéticas de paixão, mas tudo tão poético.

Mas aquilo, bastava, para entorpecer-me de desastre, o desastre que o amor finalmente causava em minha vida.

Compreensões estilhaçadas









"Por mais que as cruentas e inglórias batalhas do cotidiano tornem um homem cínico indiferente a alegrias, sempre terá no seu coração, um recanto suave onde guarda ecos dos sons de algum momento de amor que viveu na sua vida. Bendito seja quem souber dirigir-se a esse homem, de forma a atingi-lo no pequeno núcleo macio de sua sensibilidade e por aí despertá-lo, tirá-lo da apatia, essa grotesca forma de autodestruição, e inquetá-lo e comovê-lo para as lutas comuns de libertação"

Eu,criança...


Tenho o maior orgulho do meu "eu" infantil. De virar a madrugada vendo "Os simpsons", "padrinhos mágicos" e "family Guy". De acordar mais cedo pra ver "Bob esponja" e mais "padrinhos mágicos". De assistir e ri loucamente com o DVD do Nemo. De fingir que vai comprar um tênis mas na verdade comprar os bonecos dos "padrinhos mágicos". Correr pela casa sozinho ou com meu cachorro.
Sendo assim eu acabo me irritando com o jeito "durão" das pessoas. Claro que não sou e nem podemos ser tão "infantis" o tempo todo, mas você assumir esse lado e se divertir com isso é genial. É chato ver o jeito com que as pessoas me olham quando digo que me emociono quando escuto "doce mel" ou "arco-íris" da Xuxa. Ou até mesmo que gosto dela. Oraaaas.
Eu amadureci mas nunca vou perder a criança que sempre fui.


"Em qualquer faz-de-conta
A gente apronta
É bom ser moleque
Enquanto puder"

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Pérolas da prova de redação

Quem foi que os formou, informou ou deformou???


Vejam só o que os vestibulandos foram capazes de escrever na prova de redação da UFMG, dado o tema: "A TV forma, informa ou deforma?". A seleção foi feita pelo professor José Roberto Mathias:
1. A TV possui um grau elevadíssimo de informações que nos enriquece de uma maneira pobre, pois se tornamos uns viciados deste veículo de comunicação.
2. A TV no entanto é um consumo que devemos consumir para nossa formação, informação e deformação.
3. A TV se estiver ligada pode formar uma série de imagens, já desligada não.
4. A TV deforma não só os sofás por motivo da pessoa ficar bastante tempo intertida como também as vista.
5. A televisão passa para as pessoas que a vida é um conto de fábulas e com isso fabrica muitas cabeças.
6. Sempre ou quase sempre a TV está mais perto denosco.fazendo com que o telespectador solte o seu lado obscuro.
7. A TV deforma a coluna, os músculos e o organismo em geral.
8. A televisão é um meio de comunicação, audição e porque não dizer de locomoção.
9. A TV é o oxigênio que forma nossas idéias.
10. ... por isso é que podemos dizer que esse meio de transporte é capaz de informar e deformar os homens.
11. A TV ezerce poder, levando informações diárias e porque não dizer horárias.
12. E nós estamos nos diluindo a cada dia e não se pode dizer que a TV não tem nada a ver com isso.
13. A televisão leva fatos a trilhares de pessoas.
14. A TV acomoda aos teles inspectadores.
15. A informação fornecida pela TV é pacífica de falhas.
16. A televisão pode ser definida como uma faca de trez gumes. Ela tanto pode formar, como informar, como deformar.

Você é inteligente?



Esta é uma pergunta inteligente?


Às vezes você se questiona se é inteligente ou não? Ou o quão inteligente você é? Vamos buscar aqui algumas respostas inteligentes para essas perguntas.
Inicialmente, temos que fazer uma distinção. Existe mesmo algo chamado "inteligência"? As coisas que existem concretamente podem ser percebidas através dos sentidos. Por exemplo, "tangerina" é o nome de algo que se pode ver, pegar e sentir o gosto. E quanto à inteligência, você já viu uma? Já pegou em alguma? Já sentiu o gosto de uma inteligência?
Assim como “tangerina” é uma palavra que usamos para descrever algo (“mexerica” é outra palavra para o mesmo propósito), inteligência é uma palavra para descrever comportamentos direcionados a objetivos. Os comportamentos que elaboramos para matar a sede são inteligentes. Os comportamentos que aplicamos para aprender um assunto são também inteligentes. A indução matemática é um comportamento inteligente padronizado, que serve para resolver certos tipos de problemas. Você está neste momento aplicando alguns padrões de comportamento inteligente para ler este texto.
Assim, quando falamos em inteligência, estamos nos referindo a ações, comportamentos. Quando dizemos que alguém é inteligente, estamos resumindo alguns comportamentos que observamos na pessoa.
A pergunta mais apropriada, portanto, é: você é inteligente em quê? Para conseguir fazer o quê? Todos que se movem tem inteligência motora para criar movimentos. Todos que enxergam têm inteligência visual. Quem fala tem inteligência suficiente para criar frases com sintaxe e significado. Aliás, a comunicação lingüística envolve várias habilidades distintas: em termos das estratégias de pensamento requeridas, ler é diferente de escrever que é diferente de falar que é diferente de compreender (como mostrado por Dilts e Epstein em aprendizagem dinâmica volume 2). Assim, o fato de alguém demonstrar inteligência para ler não quer dizer por si só que terá o mesmo grau de inteligência para escrever.
Então, a pergunta inicial não é lá muito apropriada. É mais útil perguntar quais as inteligências que uma pessoa possui, demonstradas pelos resultados que ela consegue obter. Ou seja, você pode se considerar inteligente para um objetivo específico se tem uma estratégia específica para atingi-lo ou se pode elaborar uma quando necessário. E quanto mais fácil obter os resultados, maior o grau de desenvolvimento de cada inteligência.
Além do que uma pessoa aprendeu, afeta o que ela faz também o seu estado físico e emocional (como ela está agora). Você bem sabe que uma pessoa pode ter a sua inteligência normal modificada por emoções, não? E também sabe que em situações extremas uma pessoa pode fazer muito mais do que ela própria acreditava que pudesse. Há então a inteligência potencial e a inteligência efetivamente aplicada em um momento, que depende do estado, do ambiente, da motivação. Talvez nem saibamos de tudo que somos capazes.
E note que nem falamos em tempo; se você consegue algo em três dias e outra pessoa gasta sete, quem é mais inteligente? Uma pessoa que toma uma decisão em 2 segundos, ou outra que toma decisão semelhante em 10? Ambas têm a mesma inteligência, o que difere é a produtividade. Dizem que Einstein era um gênio, mas imagine se você, como ele, dedicasse 10 ou 20 anos a um mesmo propósito, algo assim como cavar todo esse tempo em um mesmo buraco? Será que com as suas inteligências atuais você poderia fazer também coisas geniais? E se aplicasse como apoio à sua inteligência a a estratégia do estimulo aleatório, ou alguma outra? E se você se juntasse a outras pessoas com o mesmo propósito? E se você fizesse perguntas "e se" para descobrir novos caminhos diante de obstáculos? E se você reservasse 15 minutos por dia para expandir sua inteligência? Ou fizesse um curso para isto?
Voltando à pergunta inicial: você é inteligente? Pensando bem, a resposta mais inteligente a adotar com quem perguntar isto é dar-lhe uns tabefes...