segunda-feira, 11 de maio de 2009

DIA A DIA


JÁ VIU COMO É IDIOTAS ESSES FORMULÁRIOS QUE FAZEM CONOSCO ...AS VEZES SÃO PERGUNTAS TÃO BESTAS...ELA PEGA A DOCUMENTAÇÃO ...RG..CPF...TITULO DE ELEITOR E A BENDITA ATEDENDE OLHA PARA A MINHA CARAS E PERGUNTA :-" SEXO"? PUTZ..QUASE DIGO :-" SÓ COM CAMISINHA" ...CARAMBA ELA ME OLHA E ME PERGUNTA QUE SEXO EU SOU ...MESMO SE EU FOSSE UM TRAVESTI ..COMO QUE EU NÃO SOU E NEM PRETENDO SER NOS ULTIMOS 1000 ANOS DE VIDA ...MEU SEXO AINDA SERIA MASCULINO ...

ENTÃO PROSSEGUE O INTERROGATÓRIO ...:-"DATA DE NASCIMENTO ?" A DIGNISSIMA ESTÁ COM O MEU RG NA MÃO ELA NAO PODE OLHAR ..E COMO A LINGUA ENTRE OS DENTES DIGO ...E LÁ VEM OUTRA PERÓLA :-" IDADE"? CARAIO..EU ACABEI DE DIZER MINHA DATA DE NASCIMENTO ELA É TÃO BURRA PARA CALCULAR QUE QUEM NASCEU EM 76 TEM 32 ANOS ?ISSO É QUE IREI FAZER 33 ESSE ANO..MAS AINDA TENHO 32 ..DAMOS AQUELE SORRISO AMARELO E FALO COM TODA EDUCAÇÃO QUE UM SER UM HUMANO TEM ..."32 ANOS" ....

COR DE CABELO ?E EU DIGO :" VERDE" ELA OLHA E DIZ "HUMMM" E EU DIGO " VERDE, A COR DO MEU CABELO É VERDE "NOSSA ...DEPOIS DE ELA SABER ESSAS INFORMAÇÕES ELE OLHA E SORRI COMO SE NÃO TIVESSE FEITO NADA E DIZ:"-SENHOR TEMOS QUE CONFIRMAR SEUS DADOS ,PARA VER SE O SENHOR É REALMENTE QUEMDIZ SER"

QUASE DOU UM ENFARTE ...E DIGO TUDO BEM SENHORITA ..DEPOIS ELES RECLAMAMA QUANDO VAMOS FALAR COM OS SUPERIORES POR TER POSTO PESSOAS TÃO ESTÚPIDAS PARA DAR INFORMAÇÕES ..AGRADEÇO POR TER NASCIDO NESSE PAÍS

A Verdade Sobre a Mentira


A verdade é apenas uma mentira bem contada ..foi o que me disse a Emilia ..mas E que seria Verdade, caro amigo ? Em "A verdade na matemática", Leônidas Hegenberg destaca três sentidos da palavra verdade, referentes ao hebraico, "emunah", ao grego, "aleteia" e ao latim,"veritas", as três traduzidas para o português por "verdade",.No sentido de "emunah", encerra uam referência pessoal, trata-se da verdade em sentido de confiança. Deus verdadeiro é, antes de tudo, o que cumpre suas promessas. A expressão "emunah" remete, pois, a um cumprimento a alguma coisa que se espera e que será. Nesse sentido, pode-se falar de uma falsa amizade como inexistente, porque falha, porque não é digna de confiança. A forma de saber que corresponde ao "emunah", seria, aproximadamente, em virtude da referência ao futuro, a profecia, previsão. Os enunciados das ciências naturais são, basicamente, desse tipo.O vocábulo grego "aleteia" se traduz em português por "verdade". "Aleteia" vem de um verbo cujo signigicado é ocultar, e na palavra o prefixo "A" indica o que não está oculto, aquilo que está patente, descoberto. "Aleteia" significa, pois, descobrimento. Falsidade é "encobrimento". Desbrimento e encobrimento subentendem um estado prévio que viemos a encobrir, a pôr de manifesto, estabelecendo o que a coisa é (verdade) ou então que pudemos encobrir com outra, ocultando-a, fazendo com que parecesse algo que não é (falsidade)— "Jura dizer a verdade, só averdade e nada mais que a verdade ?"— "Juro."E tem-se as esperança que o relato ou às respostas formuladas sejam verdadeiras.Nesse exemplo, é manifesta a idéia de que há uma exatidão no dizer. A verdade, aqui, aproxima-se do "verum", latino. "Verum" é o que é fiel, exato, completo, sem omissões. "Veritas", a "verdade" no latim, envolve uma referência ao dizer, um dizer enunciativo, isto é, narrrativo. Contamos com precisão algo que se passou e estamos sendo fiéis fatos ocorridos — estamos contando a verdade. Conforme o sentido considerado, na Biblia, Corão, Vedas ,Bhagavad Gita, em Freud , Jung, Adler, Horney, Sullivan, Fromm, e mesmo na ciência, certamente há verdades e inverdades, sem que se afirme, porém, que estas sejam mentiras.PS:-- "Como lidar com essa complexidade sem cair em soluções simplistas ou chavões por mais queridos que nos sejam?"-- Um bom conselho encontra-se em meu perfil:"NÃO CREIA em coisa alguma pelo fato de lhe mostrarem o testemunho escrito de algum sábio antigo;NÃO CREIA em coisa alguma com base na autoridade de mestres e sacerdotes;AQUILO, PORÉM, que se enquadrar na sua razão e, depois de minucioso estudo for confirmado pela sua experiência, conduzindo ao seu próprio bem e ao de TODAS AS COISAS VIVAS;A ISSO aceite como verdade;POR ISSO, paute sua conduta." (G. B.) -- E quem seria o tal G. B.?!-- Gautama Buda. Sim, o próprio Buda.Eu não conto verdades ..apenas camuflo a mentira ..oh que coisa polêmica ele disse alguém vai falar ..então o wallace é um mentiroso ? Eu prefiro o termo fingidor ...pois o poeta sim é um fingedor ...ele finge que sofre para compor versos...Um ator é um fingidor ...Tudo isto ém muito complexo! O que é verdade para um pode não ser do ponto de vista de outras pessoas. Cada um acredita na sua verdade. Creio que deveríamos de vez enquando deixar a nossa verdade de lado e refletir na "real verdade", aquela que traz bem estar e benefício universal e não só para um grupo restrito. Talvez esta seja uma ótima verdade. Pois pensa no conjunto das coisas do mundo, dos sentimentos e traz respeito ao próximo e a sí mesmo. A partir do momento que levantamos o véu daquilo que queremos que seja a verdade e observamos outras verdades sem um preconceito e pré julgamentos, temos maiores chances de descobrir as veradeiras verdades, mentiras e principalmente as omissões.A verdade sobre a mentira é muito simples: tudo que você conhece é mentira. Eis a verdade! Tremendo paradoxo, não é mesmo? Mas creio que isto explica porque você roda-roda, busca-busca, mas nunca que encontra a verdadeira verdade. Você busca uma verdade separada da mentira, mas a verdade e a mentira são como o oceano e a onda, inseparáveis.A verdade sobre a mentira não é uma nova verdade. Muito pelo contrário! É olhar para a mesma mentira de sempre e reconhecer a mesma verdade de sempre: tudo que você conhece é mentira. Ou seja, você já sabe a verdade, falta apenas saber que sabe. Eis o truque. Se você está em frente um espelho acreditando que você é sua imagem, e, de repente, você se dá conta que não é a imagem, o que muda de fato? Nada muda. Você apenas se dá conta que está olhando para sua imagem. Saber a verdade é simples assim: ver a mentira. Vou ilustrar com outro exemplo. Certa vez, negociando com um amigo, notei que ele estava puxando a sardinha para o lado dele. Fiz um semblante de Francisco de Assis e o chamei de egoísta. Ele me respondeu de supetão: "Sou egoísta sim, porque, você não é?". Ele quebrou minhas pernas e meu nariz de Pinóquio. Fui obrigado a ver a mentira evidente: meu Francisco de Assis era um hipócrita.Mas por que tanta confusão teórica sobre algo tão simples? Ora, justamente porque é simples. A função do pensamento é iludir você, não é despertá-lo. Sendo assim, se você quer realmente saber a verdade, sugiro que pare imediatamente de buscar a verdade e passe a observar a mentira. Por exemplo, até quando você vai fingir que não é invejoso? Até quando vai fingir que não sente raiva? Até quando vai fingir que não cobiça a mulher do próximo e do distante? Até quando vai fingir que é feliz?

terça-feira, 28 de abril de 2009


Desde pequena Svetlana só tinha conhecido uma paixão: dançar e sonhar em ser uma Gran Ballerina do Ballet Bolshoi. Seus pais haviam desistido de lhe exigir empenho em qualquer outra atividade. Os rapazes já haviam se resignado: o coração de Svetlana tinha lugar para somente uma paixão e tudo mais era sacrificado pelo dia em que se tornaria bailarina do Bolshoi.
Um dia, Svetlana teve sua grande chance. Conseguira uma audiência com Sergei Davidovitch, Ballet Master do Bolshoi, que estava selecionando aspirantes para a Companhia. Dançou como se fosse seu último dia na Terra. Colocou tudo que sentia e que aprendera em cada movimento, como se uma vida inteira pudesse ser contada em um único compasso. Ao final, aproximou-se do Master e lhe perguntou:
"Então, o senhor acha que eu posso me tornar uma Gran Ballerina?" Na longa viagem de volta a sua aldeia, Svetlana, em meio às lágrimas, imaginou que nunca mais aquele "Não" deixaria de reverberar em sua mente. Meses se passaram até que pudesse novamente calçar uma sapatilha. Ou fazer seu alongamento em frente ao espelho. Dez anos mais tarde Svetlana, já uma estimada professora de ballet, criou coragem de ir à performance anual do Bolshoi em sua região. Sentou-se bem à frente e notou que o Sr. Davidovitch ainda era o Ballet Master. Após o concerto, aproximou-se do cavalheiro e lhe contou o quanto ela queria ter sido bailarina do Bolshoi e quanto doera, anos atrás, ouvir-lhe dizer que não seria capaz.
"Mas minha filha, eu digo isso a todas as aspirantes", respondeu o Sr. Davidovitch. "Como o senhor poderia cometer uma injustiça dessas? Eu dediquei toda minha vida! Todos diziam que eu tinha o dom. Eu poderia ter sido uma Gran Ballerina se não fosse o descaso com que o senhor me avaliou!" Havia solidariedade e compreensão na voz do Master, mas ele não hesitou ao responder: "Perdoe-me, minha filha, mas você nunca poderia ter sido grande o suficiente, se foi capaz de abandonar seu sonho pela opinião de outra pessoa."

Aprendendo a conversar com Deus


Nasrudin, certa vez, estava sem um burrico que o ajudasse em seus afazeres.
Desesperado, sem ter meios de encontrar um, começou a orar, pedindo a Deus que lhe enviasse um burrico. Rezou por algum tempo e, certo dia, ao andar por uma estrada, deparou-se com um homem montado num burrico e atrás estava um outro burrico mais jovem.
Nasrudin aproximou-se do homem e este lhe disse:
- Mas que vergonha, eu estou trazendo um burrico de tão longe, estamos todos esgotados, e aqui está este homem descansado, sem fazer nada!
E ameaçando-o com uma espada, completou:
- Vamos! Coloque o burrico nas suas costas e venha comigo até a próxima cidade!’
Nasrudin, com medo não disse nada, simplesmente colocou o burrico em suas costas e seguiu o homem. Andaram por várias horas e Nasrudin estava exausto de tanto peso. Ao entardecer, chegaram na cidade mais próxima e o homem simplesmente fez Nasrudin descer o burrico das suas costas e seguiu adiante, sem sequer agradecer.
Nasrudin ergueu os seus olhos para o céu e disse:
- Está bem, Deus. Aprendi a minha lição. Na próxima vez serei mais específico...

segunda-feira, 27 de abril de 2009


Por que os dias da semana acabam com feira?No Império Romano, a astrologia introduziu no uso popular a septimana, ou seja, sete manhãs, de origem babilônica. Inicialmente, os nomes dos deuses orientais foram substituídos por equivalentes latinos. No cristianismo, o dia do Sol, solis dies, foi substituído por dominica, dia do Senhor; e o saturni dies, dia de Saturno, por sabbatum, derivado do hebraico shabbath, dia do descanso, consagrado pelo Velho Testamento. Os outros dias eram dedicados a: Lua (segunda), Marte (terça), Mercúrio (quarta), Júpiter (quinta) e Vênus (sexta).O termo "feira" surgiu em português porque, na semana de Páscoa, todos os dias eram feriados - férias ou feiras - e, além disso, os mercados funcionavam ao ar livre. Com o tempo, a Igreja baniu das liturgias os nomes pagãos dos dias, oficializando as "feiras". O domingo, que seria a primeira feira, conservou o mesmo nome por ser dedicado a Deus, fazendo a contagem iniciar-se na secunda feira, a segunda-feira. O sábado foi mantido em respeito à antiga tradição hebraica. Apesar da oposição da Igreja, as designações pagãs sobreviveram em todo o mundo cristão, menos no que viria a ser Portugal, graças ao apostolado de São Martinho de Braga (século VI), que combatia o costume de "dar nomes de demônios aos dias que Deus criou".

domingo, 26 de abril de 2009

Galvão Bueno solta pérola em narração; relembre as gafes


O narrador Galvão Bueno cometeu mais uma gafe no ar durante a transmissão do Grande Prêmio do Bahrein neste domingo. Enquanto comentava a prova, Galvão sugeriu a criação de uma banda com personalidades da música internacional e escalou Richard Wright, tecladista do Pink Floyd que morreu em setembro de 2008, como baterista do grupo imaginário.
A confusão ocorreu porque o verdadeiro baterista do Pink Floyd Nick Mason, que é fã do esporte, foi ao autódromo. O narrador misturou a função dos dois músicos na banda e ainda se esqueceu da morte de Wright, o que deixou a situação ainda mais embaraçosa.
Além de Mason, estiveram presentes Eric Clapton, que Galvão Bueno colocou nas guitarras, e Robert Plant, que seria o vocalista da banda fictícia.
Galvão Bueno coleciona pérolas nas narrações da TV Globo. Em uma delas, durante a transmissão de uma partida de futebol no Equador, Galvão comentou: "Bem amigos da Rede Globo. Estamos aqui em Buenos Aires, no Equador". Buenos Aires fica na Argentina, não no Equador.
Eu outra ocasião, Galvão falava sobre um estádio de futebol em Macapá, chamado de Milton Corrêa, mas conhecido como "Zerão", porque a linha imaginária do Equador passa sobre o local. Outra vez o narrador se confundiu: "O estádio tem esse nome (Zerão) porque fica situado bem no Trópico de Câncer, que divide o Hemisfério Sul do Hemisfério Norte".
Relembre algumas gafes cometidas por Galvão Bueno na TV:
- "Nessa tarde de Fla-Flu, Flamengo e Fluminense estarão entrando em campo daqui a pouco". Além do "estarão entrando em campo", ainda bem que o Fla-Flu é entre Flamengo e Fluminense.
- "O time catarinense tem que vencer, pra lutar pela sul-americana, já que o jogo é lá em Figueirense". Provavelmente, Galvão quis dizer Florianópolis e não Figueirense.
- "Os chineses agora estão todos torcendo contra o Brasil", em uma partida do Brasil na Copa do Mundo de 2002 contra a China. Ainda bem que os chineses torcem pela seleção do país deles.
- "O juiz vai dar 3 minutos mais de jogo, vamos aos 49". Cada tempo de uma partida de futebol tem 45 minutos: 45 + 3 = 48, Galvão.
- "O jogo só acaba quando termina". Essa é uma das célebres frases filosóficas de Galvão.
- "O Adriano tá com uma disposição, correndo o campo todo, parece um leão enjaulado". Se o leão está preso, ele consegue correr?
- "Goool! Éééééééé do São Caetanooo!". A narração estaria perfeita se o gol não tivesse sido do Santo André na final da Copa do Brasil de 2004 contra o Flamengo no Maracanã.
- "E Gustavo sobe sozinho para o bloqueio individual!". Comentário em uma partida da seleção brasileira de vôlei. Meio redundante, não?!
- "E depois do jogo, assistam a mais um capítulo inédito de 'Vale a Pena Ver de Novo'". Inédito se vale a pena ver de novo?

sábado, 18 de abril de 2009

incompreensão humana


Convulsão facultativa, se altera dentro de mim, abre horizontes, rompe fronteiras. Estaria finalmente chegado a hora? Não poderia mais ocultar fatos crus de uma provável indefinição nada estável? Saberia eu que a dúvida me deixaria dias sem dormir. O tempo me cansa, o dia é tão triste que mesmo a incerteza de que eu irei deitar e acordar talvez não me fizesse partido. Queria eu me esconder, sumir, o mundo poderia descolorir, cores, vida e felicidade não se fazia mais presente.

A perca do sono me acarretava cada vez mais, tal ladrilho do banheiro branco, cujo reflexo do amanhecer me ofuscava os olhos. O que eu mais tinha vontade era de furtar, furtar todas aquelas coisa que me afligiam, ocorrendo em si uma coisa espessa, gritava uma perda "chame o médico, não quero ir embora", era mais um pensamento inefável que se diluía na atmosfera pesada que me cercasse.

Custa-me a chegar estatelado ao relento, deitado ao brilho do luar, a pressa se esvaia, entre os objetos confusos que me faziam raciocinar nada mais era concreto, quem sabe as coisas sumiram do nada. Cores se procuram, suavemente se enlaçam e se tocam, formam uma aquarela mágica, sabendo que alguma coisa ainda faz sentido.

Mal teria eu me rendido ao princípio eficaz da dor, em que ao sentir o rumor de viver me dava náuseas, era tudo que me cercava ódio de tudo e todos, tão sutil e simples, um ódio que me corroia. Os olhares que me procuravam o engano morador que me ofendia, o triste fim da eterna incompreensão humana, prosseguem, e eu sei! Nada disso vai parar NUNCA, até a eternidade. Dizer que não fazem à diferença? Maldita mentira para mim mesmo, nada leva a lugar algum.

Resmungam altos e baixos na flor da pele, os nervos que pulsavam incontrolavelmente e minha mente que não fazia mais propriedade ao meu corpo se acalmavam e tudo se transformava em o fim de um pesadelo. Estava lá eu, prestes a acordar e eu sabia disso. A única alternativa que me restava era levantar a cabeça e seguir em frente, estatelar-se ao singelo luar que me confortava, doce ilusão, tentar esquecer dessa sociedade indecente e medíocre.

Acordo de um pesadelo real, algo condensa o ambiente, confusa responsabilidade que me seguia pra sempre, eu não tinha escolhido aquilo, tudo não passava de um inconsciente revoltado e sombrio, queria que as coisas acontecessem assim. Não reclamo, pelo contrário, me orgulho disso, símbolos de auto poder desafiarão-me ao eterno.

Essência de cor dourada, era tudo perfeito, minha opção era apenas seguir e seguir, quanto a isso? A única conclusão que eu posso chegar é a uma certa comparação, sem nexo HUMANIDADE, SOCIEDADE = LIXO, justifico. Nem essa comparação me traz uma condição de passar a qual sentimento que me atormentava, o lixo ao menos pode ser reciclado e reaproveitado, restos de comida destinam-se a vários fins naturais, agora a humanidade? Isso sim será o fantasma oculto presente na vida de cada um no seu dia a dia distribuindo o mal estar e o desespero




E aqui estou eu, com mais um estilhaço, alimentando novamente aos meus queridos insetos. Estava realmente sem tempo para o blog, acredito que agora volte a postar regularmente aqui. Obrigado pela atenção.